sexta-feira, 6 de agosto de 2004
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quarta-feira, 4 de agosto de 2004
Pote rachado
Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço.
Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe; o pote rachado chegava apenas pela metade.
Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe.
Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que ele havia sido designado a
fazer.
Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia à beira do poço.
- "Estou envergonhado, e quero pedir-lhe desculpas."
- "Por quê?" Perguntou o homem. "De que você está envergonhado?"
- "Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas a metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços," disse o pote.
O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:
- "Quando retornarmos para a casa de meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho."
De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou o flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu certo ânimo. Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha.
Disse o homem ao pote:
- "Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado. Eu ao conhecer o seu defeito, tirei vantagem dele. E lancei sementes de flores no seu lado do caminho, e cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava. Por dois anos eu pude colher estas lindas flores para ornamentar a mesa de meu senhor. Sem você ser de jeito que você é, ele não poderia ter esta beleza para dar graça à sua casa."
Cada um de nós temos nossos próprios e únicos defeitos. Se os reconhecermos, podemos usá-los ao nosso favor e das nossas fraquezas, podemos tirar forças e impulso para o nosso próprio desenvolvimento.
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13:37:21
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terça-feira, 3 de agosto de 2004
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18:12:37
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segunda-feira, 2 de agosto de 2004
Por haver recebido o escritório menor John fracassou
Há vários anos, tive a oportunidade de observar como o pensamento mesquinho da designação de um escritório destruiu as possibilidades futuras de um jovem publicitário.
Quatro jovens chefes, todos do mesmo nível, foram transferidos para novos escritórios. Três dos gabinetes eram idênticos em tamanho e decoração. O quarto era menor e menos enfeitado. J.M. recebeu esse quarto escritório. Isso consistiu um verdadeiro golpe em seu amor-próprio. Pensamentos negativos, ressentimento, amargura, inveja fizeram que ele se sentisse desajustado.
Como resultado, J. M. passou a hostilizar seus companheiros. Em vez de cooperar, fez o que pôde para mimar seus esforços. E as coisas foram piorando tanto que, três meses mais tarde, a direção não teve outra alternativa senão despedir J. M.
Um pensamento mesquinho sobre um assunto insignificante paralisou J. M na ânsia de sentir que estavam contra ele, J.M. deixou de observar que a companhia estava se expandindo rapidamente e que o espaço para os escritórios era uma questão vital. Não parou um só momento para pensar que o diretor que fez as designações dos gabinetes nem sabia qual era o menor deles! Ninguém na organização, a não ser o próprio J. M., encarou o seu gabinete como índice do seu valor.
Pensar mesquinhamente sobre coisas insignificantes tais como ver o seu nome em último lugar, nos memorandos da companhia, ou receber a quarta via deles, pode ferir você.
Pense com grandeza e nenhuma dessas pequeninas coisas será
capaz de impedir seu progresso.
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13:07:06
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domingo, 1 de agosto de 2004
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12:07:19
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sábado, 31 de julho de 2004
A Vaquinha
Um mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita... Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos.
Chegando ao sítio, constatou a pobreza do lugar: sem calçamento, casa de madeira, os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas... Então se aproximou do senhor, aparentemente o pai daquela família, e perguntou: "Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como o senhor e a sua família sobrevivem aqui?" E o senhor calmamente respondeu: "Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros alimentícios e a outra parte nós produzimos queijo e coalhada para o nosso consumo e assim vamos sobrevivendo."
O sábio agradeceu pela informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se despediu e foi embora. No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou: "Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali à frente e empurre-a, jogue-a lá embaixo." O jovem arregalou os olhos espantado e questionou o mestre sobre o fato de a vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas, como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem. Assim, empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer.
Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos, até que, um belo dia, ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar àquele mesmo lugar e contar tudo àquela família, pedir perdão e ajudá-los. E assim o fez. Quando se aproximava do local, avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado, imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver. Apertou o passo e, chegando lá, foi logo recebido por um caseiro muito simpático e perguntou sobre a família que ali morava há uns quatro anos. O caseiro respondeu: "Continuam morando aqui." Espantado, o discípulo entrou correndo na casa e viu que era mesmo a família que visitara antes com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha): "Como o senhor melhorou este sítio e está tão bem de vida?" E o senhor, entusiasmado, respondeu: "Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daí em diante, tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que podíamos, assim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora!"
Esta é uma história apenas ilustrativa, é claro que ninguém deve sair por aí empurrando a vaquinha dos outros, o sentido conotativo desta história diz que todos nós temos uma vaquinha que nos dá alguma coisa básica para sobrevivência e uma convivência com a rotina. Nós devemos expandir nossas habilidades e conhecimentos, estarmos sempre aprendendo coisas novas e se desenvolvendo para que um dia, se esta "vaquinha" cair num precipício, você tenha tantas outras vaquinhas, que a perda não lhe fará diferença.
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11:38:46
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sexta-feira, 30 de julho de 2004
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quinta-feira, 29 de julho de 2004
A ilha dos sentimentos
Era uma vez uma ilha onde todos os diferentes sentimentos viviam : a Felicidade, a Tristeza, o Saber, Amor e todos os outros.
Um dia anunciaram aos sentimentos que a ilha ia afundar-se. Então todos prepararam os seus barcos e foram embora.
Só ficou o Amor.
O Amor queria ficar até ao ultimo momento.
Quando a ilha estava no ponto de afundar-se, o Amor decidiu pedir ajuda.
A Riqueza passou ao lado do Amor num luxuoso barco.
O Amor disse-lhe "Riqueza podes levar-me contigo ?"
"Não porque tenho muito dinheiro e ouro no meu barco. Não tenho lugar para ti."
Então o Amor perguntou ao Orgulho, que passava também num barco fantástico. "Orgulho, ajuda-me por favor ?"
"Não te posso ajudar Amor. Estás todo molhado e podes estragar-me o barco."
A Tristeza estava ao lado do Orgulho, então mais uma vez o Amor disse-lhe : "deixa me ir contigo."
"Oh Amor, estou tão triste que preciso estar sozinha !"
A Felicidade passou também ao lado do Amor, mas estava tão feliz que nem ouviu o Amor chamar.
De repente uma voz diz "Vem comigo Amor, eu levo-te." Era um velhote que falava.
O Amor sentiu que devia muito ao velhote e perguntou ao Saber.
"Quem me ajudou ?"
"Foi o Tempo, respondeu o Saber"
"O Tempo ?" reflectiu o Amor;
"Mas porque me ajudou o Tempo?"
O Saber fez um sorriso e respondeu :
Porque só o Tempo é capaz de compreender quanto o Amor é importante na vida "
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quarta-feira, 28 de julho de 2004
Soneto das estações do amor
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terça-feira, 27 de julho de 2004
Duas Histórias dois destinos
1ª História
Certa vez um garoto entrou na sala de emergência de
em hospital depois de
ter sido atropelado.
O motorista que o socorreu, ao ser interpelado para
efetuar o depósito
necessário ao atendimento, informou
que não possuía, naquele momento, dinheiro ou cheque
que pudesse oferecer
em garantia, mas, certamente,
se o hospital aceitasse, poderia efetuar o depósito
na primeira
oportunidade. O atendente, na impossibilidade de
liberar o atendimento,mas, com a vantagem de ter um
dos diretores do
hospital, que também era médico, de
plantão naquele momento, resolveu consulta-
lo.Todavia, por não ter dinheiro
nem garantias para o tratamento,
não liberou o atendimento, fato que levou a criança
atropelada a falecer.
O diretor, novamente chamado para assinar o atestado
de óbito do garoto, ao
chegar para o exame
cadavérico, descobre que o garoto atropelado era seu
filho, que poderia ter
sido salvo, se tivesse
recebido atendimento.
2ª História
Antônio, um pai de família, um certo dia, quando
voltava do trabalho,
dirigindo num trânsito bastante
pesado, deparou-se com um senhor que dirigia
apressadamente. Vinha cortando
todo o mundo e, quando
se aproximou do carro de Antônio, deu-lhe uma
tremenda fechada, já que
precisava atravessar para a
outra pista. Naquela hora, à vontade de Antonio foi
de xingá-lo e impedir
sua passagem, mas logo pensou:
- Coitado! Se ele está tão nervoso e apressado
assim... Vai ver que está
com um problema sério e
precisando chegar logo ao seu destino, pensando
assim, foi diminuindo a
marcha e deixou-o passar.
Chegando em casa, Antonio recebeu a notícia de que
seu filho de três anos
havia sofrido um grave
acidente e fora levado ao hospital pela sua esposa.
Imediatamente seguiu para lá e, quando chegou, sua
esposa veio ao seu
encontro e o tranqüilizou dizendo:
- Graças a Deus está tudo bem, pois o médico chegou a
tempo para socorrer
nosso filho. Ele já está fora
de perigo.
Antonio, aliviado, pediu que sua esposa o levasse até
o médico para
agradecer-lhe.
Qual não foi sua surpresa quando percebeu que o
médico era aquele senhor
apressado para o qual ele
havia dado passagem!
DUAS HISTÓRIAS, DOIS DESTINOS...
"Esteja sempre alerta para ajudar o próximo,
independentemente de sua
aparência ou condição
financeira". "Procure ver as pessoas além das
aparências". Imagine que por
trás de uma atitude,
existe uma história, um motivo que leva a pessoa a
agir de determinada
forma."
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13:35:38
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segunda-feira, 26 de julho de 2004
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12:11:59
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domingo, 25 de julho de 2004
Entrevista com Deus.....
- Entre. (Falou DEUS) Então, você gostaria de me entrevistar?
- Se tiver um tempinho, disse eu.
DEUS sorriu e falou:
- Meu tempo é eterno, suficiente para fazer todas as coisas; que
perguntas você tem em mente?
- O que mais o surpreende na humanidade?
DEUS respondeu:
- Que se aborreçam de ser crianças e queiram logo crescer e aí, desejam
ser crianças outra vez. Que desperdicem a saúde para fazer dinheiro e aí percam dinheiro para
restaurar a saúde. Que pensem ansiosamente sobre o futuro, esqueçam o presente e, dessa
forma não vivam nem o presente, nem o futuro. Que vivam como se nunca fossem morrer e que
morram como se nunca tivessem vivido.
Em seguida, a mão de DEUS segurou a minha e por um instante ficamos
silenciosos...Então eu perguntei:
- PAI, quais são as lições de vida que deseja que seus filhos aprendam?
Com um sorriso, DEUS respondeu:
- Que aprendam que não podem fazer com que ninguém os ame. O que podem
fazer que se deixem amar. Que aprendam que o mais valioso não é o que se tem na vida,
mas quem se tem na vida. Que aprendam que não é bom se compararem uns com os
outros.Todos serão julgados individualmente sobre seus próprios méritos, não como um grupo na base
da comparação! Que aprendam que uma pessoa rica não é a que tem mais, mas a que precisa
menos. Que aprendam que só é preciso alguns segundos para abrir profundas feridas nas
pessoas amadas e que é necessário muitos anos para curá-las. Que aprendam a perdoar, praticando
o perdão.Que aprendam que há pessoas que os amam muito, mas que simplesmente não sabem como
expressar ou demonstrar seus sentimentos. Que aprendam que dinheiro pode comprar
tudo, exceto felicidade. Que aprendam que duas pessoas podem olhar para a mesma coisa e vê-las
totalmente diferente. Que aprendam que um amigo verdadeiro é alguém que sabe tudo sobre você e
gosta de você mesmo assim. Que aprendam que não é suficiente que eles sejam
perdoados, mas que se perdoem a si mesmos.
Por um tempo, permaneci sentado, desfrutando aquele momento. Agradeci a
ELE pelo seu tempo e por todas as coisas que ELE tem feito por mim e pela minha família.
ELE respondeu:
- Não tem de quê. Estou sempre aqui, 24 horas por dia. Tudo o que você
tem a fazer é chamar por mim e EU virei. Você pode esquecer o que EU disse. Você pode esquecer o que
EU fiz, mas jamais você esquecerá como EU te fiz sentir com essas palavras.
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12:09:42
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sábado, 24 de julho de 2004
O TAPETINHO VERMELHO
Uma pobre mulher morava em uma humilde casinha com sua neta muito doente.
Como não tinha dinheiro sequer para levá-la a um médico, e vendo que, apesar de seus muitos cuidados e remédios com ervas, a pobre criança piorava a cada dia, resolveu iniciar a caminhada de duas horas até a cidade próxima, em busca de ajuda.
Chegando no único hospital público da região foi aconselhada a voltar pra casa e trazer a neta junto, para que esta fosse examinada. Quando ia voltando, já desesperada por saber que sua neta sequer conseguia levantar da cama, a senhora passou em frente a uma Igreja e como tinha muita fé em Deus, apesar de nunca ter entrado em uma Igreja, resolveu pedir ajuda. Ao entrar, encontrou algumas senhoras ajoelhadas no chão fazendo orações. As senhoras receberam a visitante e, após se interarem da história, a convidaram para se ajoelhar e orar pela criança.
Após quase uma hora de fervorosas orações e pedidos de intercessão ao Pai, as senhoras já iam se levantando quando a mulher lhes disse:
- Eu também gostaria de fazer uma oração.
Vendo que se tratava de uma mulher de pouca cultura, as senhoras retrucaram :
- Não é necessário, com nossas orações, com certeza sua neta irá melhorar.
Ainda assim a senhora insistiu em orar, e começou.
- Deus, sou eu, olha, a minha neta está muito doente. Deus, assim eu gostaria que você fosse lá curar ela Deus; você pega uma caneta que eu vou dizer onde fica.
As senhoras estranharam, mas continuaram ouvindo.
- Já está com a caneta Deus? Vá seguindo o caminho daqui de volta pra Belo Horizonte e quando passar o rio com a ponte, você entra na segunda estradinha de barro. Não vai errar tá?
A esta altura as senhoras já estavam se esforçando para não rir; mas ela continuou.
- Seguindo mais uns 20 minutinhos tem uma vendinha, entra na rua depois da mangueira que o meu barraquinho é o último da rua; pode ir entrando que não tem cachorro.
As senhoras começaram a se indignar com a situação.
- Olha Deus, a porta tá trancada mas a chave fica embaixo do tapetinho vermelho na entrada. O Senhor pega a chave, entra e cura a minha netinha. Mas olha só Deus, por favor, não esquece de colocar a chave de novo embaixo do tapetinho vermelho senão eu não consigo entrar quando chegar em casa...
A esta altura as senhoras interromperam aquela ultrajante situação dizendo que não era assim que se deveria orar, mas que ela poderia ir para casa sossegada pois elas eram pessoas de muita fé, e Deus, com certeza, iria ouvir as preces e curar a menina.
A mulher foi pra casa um pouco desconsolada, mas ao entrar em sua casa sua neta veio correndo lhe receber.
- Minha neta, você está de pé, como é possível !!!
E a menina explicou:
- Eu ouvi um barulho na porta e pensei que era a senhora voltando, porém entrou um homem muito alto com um vestido branco em meu quarto e mandou que eu levantasse, não sei como, eu simplesmente levantei.
E quase em prantos, a menina continuou.
- Depois ele sorriu, beijou minha testa e disse que tinha de ir embora, mas pediu que eu avisasse a senhora que ele ia deixar a chave embaixo do tapetinho vermelho...
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ACPP às
18:14:54
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